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Parece que a cada dia está mais difícil educar as crianças e os jovens. Por que será?

Por Tania D. Queiroz, autora do livro Educar, uma lição de amor

“Quem de fato educa nossas crianças e os nossos jovens,
quem os ensina a lidar com as regras,
quem desenvolve o seu senso de responsabilidade,
cooperação, respeito, afeto, justiça, dever, comprometimento e amor?”

Diante das transformações aceleradas do processo produtivo da vida moderna, da revolução tecnológica, dos meios de comunicação, da necessidade emergente da ética nas relações, temos um imenso desafio: preparar essa geração de crianças e jovens para construírem uma sociedade civil justa, solidária e responsável. Precisamos transformar problemas em soluções. A educação é essencial nesse processo. Nesse sentido, precisamos educar nossas crianças e jovens para que sejam competentes e felizes. O dicionário Aurélio define competência como: qualidade de quem é capaz de resolver certos assuntos.

A aquisição de competências apesar de estar ancorada no patrimônio genético, se desenvolve no convívio humano. Como anda a qualidade do convívio entre pais e filhos, entre os alunos e os professores? Será que usamos todas as ferramentas pedagógicas, psicológicas e estamos formando plenamente essa geração e desenvolvendo suas habilidades sociais? Como eles agem e reagem? Como eles se sentem? Como se expressam? Como recebem as informações? Como vêem e se relacionam consigo mesmos e com o mundo? Com a escola? Com a família? E nós, como estamos? Estamos felizes e realizados?

Nancy Assad explica o que é Media Training

agosto 11, 2010

Assunto: Carreira

Tags:

Nancy Assad explica o que é Media Training

Nancy Assad, autora do livro Media Training, explica em pouco minutos a importância desta ferramenta para empresas e profissionais que desejam construir uma comunicação eficaz com a imprensa e com a sociedade. Já não é mais novidade para ninguém que a comunicação é insumo básico e não luxo. O problema é que nem sempre as empresas sabem planejar e executar a boa comunicação para sua marca.

Outra coisa não podemos nunca deixar na cabeça, é que já temos um plano comunicacional bem estruturado, porque, como bem destaca Nancy, “o homem precisa ser constantemente treinado para construir sua marca, garantir a boa reputação e conquistar credibilidade”. Entretanto, se não souber por onde começar você deve investir e praticar o Media Training, só assim descobrirá como escolher a melhor mensagem, como ter a melhor postura e como definir o estilo comunicacional mais adequado à sua realidade. Assista ao vídeo e aproveite as dicas da autora.

De pai para filho

Por Eder Roberto Dias, autor do livro O amor sempre vence

A vida é um paradoxo
em que o tempo nos dá direcionamento,
mas não o ensinamento.

Ao tornarmo-nos pais sentimos que o mundo, a vida e a representação da existência se manifestam com grande força e prazer. Passamos a sonhar com a felicidade que se divide a um novo mundo, passamos a antever o sucesso que proporcionaremos a nossos filhos e, no quanto, eles ainda serão indefesos na visão antecipada de nosso amor e cuidado. Mais que depressa achamos que nossos filhos passarão a construir todos os nossos sonhos não realizados e, que eles, apenas aceitarão aquilo que conseguirmos ensiná-los.

Mas aí vem a maturidade, o medo e o receio de não sermos capazes de educá-los e conduzí-los pelo caminho do bem! A esperança é trocada pela agitação, pelas noites mal dormidas. O tempo e o crescimento de nossos filhos nos mostram que eles são auto-suficientes e que nada que sonhamos é importante na realidade que esperam encontrar em seus futuros.

Descobrimos que somos sonhadores e deslumbramos que nosso gotejar nada mais foi que um devaneio, fruto de nossa limitação e desorganização da realidade que somente eles serão capazes de encontrar. Ser pai não é fácil!

Salão de Ideias da Bienal do Livro de SP confirma mais 9 nomes de convidados

As variadas atividades do principal espaço da programação cultural do evento receberão as autoras e autores Ana Maria Machado, Heloísa Prieto, Marisa Lajolo, Martha Argel, Moacyr Scliar, Nádia Gotlib, Roberto Shinyashiki e Thalita Rebouças, além da atriz Beth Goulart

Principal espaço da programação cultura da Bienal do Livro de São Paulo, o Salão de Idéias confirma os nomes de nove convidados que participarão do evento agora em 2010. São oito autoras e autores de diversos estilos e dedicados a variados públicos, além da atriz Beth Goulart, que protagoniza o monólogo “Simplesmente eu, Clarice Lispector”, sobre a vida da escritora brasileira nascida na Ucrânia e que é uma das homenageadas pela Bienal do Livro.

Na sexta-feira 13 de agosto de 2010, primeiro dia de atividades abertas ao público em geral da Bienal do Livro, o Salão de Ideias abrirá espaço ao tema “vampirismo”. Para os debates dessa programação especial, foram convidadas a bióloga e escritora de literatura fantástica Martha Argel e a pesquisadora e escritora Heloisa Prieto.

Relacionamentos – como lidar com o término?

Por Gustavo Boog, autor do livro Faça a diferença!

Fiquei inspirado a escrever esse artigo lendo uma matéria semanal de Yehuda Berg, que classifica os relacionamentos em:

Duas vias – quando há um equilíbrio entre o que damos e o que recebemos. Aí existe uma conexão que pode e deve ser mantida;

Mão única – quando damos muito e recebemos pouco. Neste tipo de relacionamento fazemos a aposta, temos a esperança, de que o equilíbrio possa ser restabelecido;

Sem saída – relacionamentos que chegaram ao seu fim, mas não sabemos como terminá-los, qualquer que seja a razão.

Quando sentimos que um relacionamento não nos serve mais, é tempo de terminá-lo. Isso abre possibilidades novas, não só para nós, como também para a outra parte. Isso vale para uma relação de emprego, um trato de parceria profissional, um relacionamento amoroso ou uma relação de amizade. Em geral temos uma preocupação de como a outra parte vai se sentir, se ficará magoada, se virão retaliações posteriores. Um mundo de possibilidades fantasiosas invade nossa pessoa. Mas relacionamentos que já morreram e ainda não foram enterrados são negativos para todos. A tradicional fala de “vamos dar um tempo” muitas vezes revela o temor de enfrentar o término.